terça-feira, 22 de setembro de 2009

Survivors – 1ª temporada

The world is a bad place, Abby. Always was.
# O tema é dos mais interessantes. Não é novo, é verdade, mas não lembro de ter visto algum outro filme ou seriado com uma abordagem tão realista. Geralmente, filmes que começam com quase toda a população do mundo morrendo, terminam com zumbis. Survivors não têm zumbis. É muito mais interessante com isso. Zumbis tu dá um tiro na cabeça e resolve o problema. Começar a sociedade do zero é muito mais complicado. Talvez pelo fato de o episódio piloto tratar tudo como se fosse verdade tão bem é que nos faça parar e pensar o que faríamos em uma situação daquelas. Por isso, por aquela tensão absurda, o primeiro episódio é tão bom.

# O primeiro episódio é muito bom e o último é bem interessante, mas a maioria dos outros quatro são irregulares. A coisa fica no meio termo. Parece muito mais uma daquelas séries que vão durar anos e anos com cada episódio se encerrando em si, quando na real fica claro depois que é uma ideia fechada.

# Salvo se tu fica acompanhando trocentos seriados e filmes que ninguém viu ainda, o elenco é todo de desconhecidos. E olha, um elenco bem honesto. Se for para destacar alguém, acho que diria o ex-presidiário com cara de volante do futebol inglês Max Beesley (que aliás também é músico), o muslim folgado do Phillip Rhys e o negão armário Greg Preston. Ah, o vilão de Anthony Flanagan também é foda, tu sente muita raiva do cara. Sempre que ele aparece. Sempre.

# Se é para personalizar, o vilão pode ser o Flanagan esse ou mesmo o cara do laboratório. Mas ninguém faz mais merda nessa primeira temporada do que o governo – seja o anterior, seja o rascunho de recomeço. No início, não consegue fazer nada para conter uma doença que quase termina com o mundo. Depois, a ex-ministra Nikki Amuka-Bird faz uma pior que a outra. Ok, com boas intenções, mas faz só merda tentando impor um autoritarismo sem a mínima noção. Parece ficar clara a mensagem de que não adianta, os governos nunca conseguem compreender o contexto na hora certa, sempre é lerdo.
N HAY BANDA
Nota do Adilio: são só 6 episódios, o primeiro com 1h30min e os outros com 60min. Comecei a assistir ontem e devo terminar hoje ainda. Já assisti coisa melhor mas até que as séries top voltem das férias esta quebra um galho.
ps. considerando que eu "ainda" estou lendo "Dança da Morte" publicado em 1978 e esta série é um remake de uma série dos anos 70 fica difícil saber quem está plagiando quem. Para mim não importa, se está ou não, whatever, o tema "gripe genocida" está me perseguindo. Gosto mais do livro, mas como disse a série não é ruim.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Explodindo garrafas

Todos já devem ter feito esse tipo de coisa, de misturar coisas dentro de garrafas só para ver elas explodirem, mas esse cara ai, faltou experiência, que agora ele já tem! haha!!!

Assombrador

domingo, 20 de setembro de 2009

Toca muito

José Mayer facts

O Kama Sutra foi escrito por Zé Mayer aos 6 anos e seu título original era “O que fiz nas férias..”

Ze mayer não tem uma perna !

Wando coleciona calcinhas e Zé Mayer coleciona as donas delas!

Aos 8 anos quando o avô de Zé Mayer ensinou-o a jogar Damas, ele pensou ” bah…Vou fazer isso do MEU jeito”

A resposta sempre esteve clara : Capitu foi comida por Zé Mayer.

O orkut ficou fora do ar uma semana quando resolveram criar uma comunidade chamada “O Zé Mayer já me comeu”.

O twitter do Zé Mayer não pergunta o que ele está fazendo, pergunta quem ele está comendo!

na casa do ze mayer nem o azeite eh virgem.

O mundo em 24h, zé mayer faz tudo isso em 12 e ainda triplica a população na terra.

Zé mayer uma vez espirrou em um auditorio lotado…foram registrados 42 orgasmos..

Chuck Norris mata. Zé Mayer come!

Zé Mayer não é espada. Zé Mayer é SABRE DE LUZ.

Quando zé mayer fica exitado, o eixo terrestre inclina 2 graus.

Wilt chamberlain disse ter dormido com mais de 20.000 mulheres na sua vida. zé mayer chama isso de uma “terça-feira monótona”

Ao visitar a jamaica, zé mayer teve sua primeira ejaculação precoce. assim nascia usain bol

O filme Corra que a policia vem aí, deveria se chamar: corra que o zé Mayer vem aí…
Zé Mayer nunca ficou mais de 15 minutos sem comer alguém e mais de 2 horas sem que esse alguém se chamasse

Helena Zina: “Zé Mayer!”

Dunga! Convoca o Zé Mayer!

Disseram ao Usain Bolt: corra ou Zé Mayer te pega. O resto da história nós já conhecemos…

O minuto de silêncio só passou a existir quando Zé Mayer falou: quem eu ainda não comi, que se manifeste

Cal Virgem + Zé Mayer = Cal

Zé Mayer nunca ficou de pau mole.

Zé Mayer precisa mijar plantando bananeira.

Monogamia foi imposta por lei, porque senão todas as mulheres casariam com Zé Mayer

Zé Mayer pegou Eva antes mesmo de Adão

Zé Mayer pega Helenas desde a Helena de Tróia.

Tudo que Zé Mayer toca se transforma em orgasmos.

Não deixe sua mulher a menos de 500m de Zé Mayer. Principalmente se ela se chamar Helena

Zé Mayer não tem twitter porque todo mundo sabe a resposta dele para What are you doing?

Zé Mayer perdeu a virgindade antes do pai.

Durante um mergulho nas praias do Rio, Zé Mayer teve uma ereção. O Brasil descobria petróleo no pré-sal.

Certa vez o coração de José Mayer ficou parado por 5 minutos. Quando ele retornou, a Igreja mudou os pecados capitais para 6.

Aos 15 anos Zé Mayer começou a colecionar um grão de areia a cada mulher que pegava. Hoje sua coleção é conhecda como Saara.

Zé Mayer uma vez visitou as Ilhas Virgens. Agora elas são conhecidas como As Ilhas.

Zé Mayer inspirou a criaçao do tripé.

Se você falar Zé Mayer três vezes, você perde a virgindade.

Chucky, boneco assassino? Pro zé mayer era boneca inflável.

Quando Zé Mayer anda na praia ele deixa três pegadas a cada passo.

Um dos componentes do viagra são células sanguineas do Zé Mayer.

Para Zé Mayer Astrologia é bobagem. Para ele só existem 11 signos do zodíaco!

99% das mulheres brasileiras perderam sua virgindade com Zé Mayer. 1% das mulheres brasileiras são da família Mayer.

Quando Zé Mayer nasceu quem levou tapa na bunda foram as enfermeiras.

Zé Mayer atuou como aquele hippie em uma antiga novela da Globo para poder participar de bebedeiras e orgias despudoradas no horário nobre da televisão.

Zé Mayer utiliza Viagra como colírio para manter seu olhar penetrante.

Zé Mayer é capaz de levantar muito peso com seu próprio pênis.

Perto do Zé Mayer, o Marcelo D2 vira D4.

Jesus tranformou água em vinho, Zé Mayer tranforma um jantar com sua parceira em uma noite de orgasmos

Afrodite virou a deusa do sexo depois de perder a virgindade com Zé Mayer e passar 365 dias sem parar transando com ele.

Antes de Zé Mayer o Brasil era o país do futebol, após o Zé Mayer o Brasil virou o país da suruba.

Zé Mayer tem imunidade contra todas doenças venéreas do mundo.

E no oitavo dia, Deus criou Zé Mayer, e 9 meses depois, Zé Mayer criou a CHINA!

A revista Playboy nada mais é do que a pasta de fotos das mulheres que Zé Mayer já traçou

Mãe, já posso fazer uma sena com a cobra dele? (Sasha, sobre Zé Mayer)

Zé Mayer pediu um Mc Lanche Feliz no Burguer King e foi atendido, e ainda de brinde ganhou uma chupeta da funcionária.

Zé Mayer foi inspiração para todas as pornochanchadas do Brasil.

Zé Mayer foi para o Guiness Book como a pessoa que mais comeu Helenas na história da humanidade.

Zé Mayer causou o dilúvio bíblico ao enfiar o pau no leito do Rio Eufrátes.

Zé Mayer é o único homem no mundo que ganhou uma pica de ouro por transar com mais de 1 milhão de mulheres em sua vida até então.

Zé Mayer ganhou medalhas de honra ao mérito por ter transado em todos os países do Planeta Terra, seus próximos objetivos incluem sexo no espaço sideral, na Lua e em Marte.

Mesmo após sua morte Zé Mayer ainda será capaz de transar até sua missa de sétimo dia.
LokosdeUruguaina
Afe, quanta bobagem, mas eu ri(Adilio).

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

RHAPSODY- Holy Thunderforce

Chris Rock - Obama



BÔNUS

ENQUANTO ISSO NO MORUMBI…


Pilândia

Me dá meu Chip, Pedro


Papibakigrafo
Aguardo tristemente o lançamento do "funk do joga meu chip"

OS QUATRO FANTÁSTICOS : Stephen King x André Vianco x Richardo Matheson x Neil Gaiman


Olá!

Para aqueles que não me conhecem, eu sou Raphael Draccon.

Fui convidado pelo caríssimo Duquian para escrever a coluna “Cavernas & Dragões”, um espaço para se falar de fantasia em todas as suas vertentes, o que significa que podemos trocar desde o terror e o horror até a ficção científica e o sobrenatural.

Filmes, livros, músicas, curiosidades, estruturas de roteiros, cultura pop; qualquer coisa relativa ao tema pode ser discutida nesse espaço, desde “Crepúsculo” e “Harry Potter” a “Conan” e “Avatar”, principalmente de um ponto de vista menos convencional.

Como hoje em dia todo o mundo está escrevendo um livro, de vez em quando eu posso comentar também sobre o mercado editorial fantástico por aqui, e tirar algumas dúvidas.

No caso do nome da coluna, o termo “Caverna” se refere extamente a esse lado do dark/terror, e o “Dragões” ao lado do fantástico/sobrenatural. Além, obviamente, de fazer referência ao desenho que todos aprendemos a amar e misturava todas essas vertentes em uma mesma receita.

Sobre meu trabalho, releases da minha editora costumam dizer coisas como…

Raphael Draccon é roteirista profissional e autor de literatura fantástica contemporânea, ficção de horror e romances sobrenaturais. É o autor mais jovem a assinar com os braços nacionais de duas das maiores holdings editoriais do mundo, e roteirista premiado pela American Screenwriter Association.

… e bom, talvez alguma coisa disso seja realmente verdade. De qualquer forma, a princípio isso é suficiente; aos poucos e com o tempo nós iremos nos conhecer melhor.

Devido à coluna, acabei tomando vergonha na cara e criando uma conta no Twitter. Se você quiser enviar alguma sugestão sobre temas ou coisas do tipo, será muito bem-vindo.

Pretendo ver também se consigo sortear por mês um livro relevante ao tema pelos seguidores de lá. Como a conta acabou de ser criada e só está sendo divulgada agora, acaso se interesse as chances de você poder ser sorteado são grandes…

Para estrear, aliás, esse mês vou sortear por lá um livro autografado do melhor amigo que conquistei nesse meio profissional, a estrela nacional do horror/sobrenatural André Vianco.

E é aproveitando este fato que iniciamos a primeira coluna, envolvendo uma mesma metáfora e os diferentes estilos de quatro bons autores fantásticos.

***

STEPHEN KING X ANDRÉ VIANCO X RICHARD MATHESON x NEIL GAIMAN

No Workshop que realizei ano passado, convidado pelo pessoal do Cinefantasy, comentei sobre a diferença de estilo desses três autores, aproveitando um gancho do próprio King, que citarei a seguir.

Antes, sobre os autores, caso algum deles seja desconhecido para você, brevíssima apresentação:

- André Vianco: atualmente o autor mais vendido de fantasia nacional. Vianco costuma cair para o lado de terror com aventura, principalmente envolvendo o tema de vampiros com poderes dignos de um vilão Marvel. Se fosse resumir, bem… imagine a equipe Alfa de Resident Evil caçando os vampiros de Underworld em Osasco. Isso é André Vianco.

- Richard Matheson: talvez você não saiba quem ele é pelo nome, mas já conheceu algo saído de sua mente. Matheson é o autor de duas das maiores histórias de amor fantásticas – “Amor Além da Vida” e “Em Algum Lugar do Passado”, escreveu os melhores episódios da série “Além da Imaginação” e foi o responsável por Will Smith conhecer Alice Braga através da adaptação de seu romance: “Eu Sou a Lenda…”. Ou seja, só por isso já deveria ser o autor preferido do Will Smith…

Neil Gaiman: o escritor que congestionou a FLIP de 2008, e, por motivos de Destino (um de seus personagens…), não pude lá estar. Gaiman é considerado um rockstar da literatura contemporânea e é o único escritor do mundo que não apenas é igualzinho ao seu personagem mais conhecido, como é impossível de se dizer qual dos dois influenciou primeiro o visual do outro.

- Stephen King: hum… sério mesmo? Rapaz, se você não sabe quem é este cara, por favor, corte os pulsos. E não importa o que você sinta; seja lá o que for, ele já descreveu algo parecido em algum de seus romances.

A par disso, seguimos.

Uma vez Stephen King comparou seu estilo com uma situação inusitada: imagine um sujeito sentado em uma cadeira diante de uma porta fechada, sem a menor idéia do que há do outro lado.

A porta, no caso, é a trama do livro. A pessoa sentada é você na posição de leitor.

No estilo de King, segundo ele próprio, a porta demora para abrir. Você sabe que existe um monstro do outro lado, mas ele – de propósito – lhe mantém ali sentado, apenas escutando o que há do outro lado, e deixando sua imaginação construir as piores opções.

Você escuta o som da respiração do bicho; você se arrepia com a raspagem das unhas na madeira; você se contorce com o rosnar. De vez em quando você PULA da cadeira quando o monstro soca a porta do outro lado, doido para sair dali… e pegar você. Mas o detalhe é que você não vê direito o maldito monstro, ou ao menos não o sente próximo o suficiente de poder tocar em você. Ainda.

E conforme o clímax da história se aproxima, mais a a impaciência, inquietação e excitação aumentam. E então, quando todos esses sentimentos dentro de você estão no ápice, ele simplesmente joga todas as cartas que tem.

Ele abre a porta. E o monstro pula BERRANDO na sua cara!

Claro que, como ele próprio admite, isso é perigoso, porque pode gerar dois tipos de reação. Uma: você cair para trás e dar graças a Deus (hum…) por ser apenas um livro. E se a reação for essa, King irá sorrir de orelha a orelha.

Mas pode ser que a sua reação seja: “Ah, era isso?”. Ou até uma reação ainda pior: “Ah, o monstro era um gafanhoto de três metros? Poxa, se fosse um gafanhoto de onze metros aí sim seria assustador…”.

E aí, amigo, não há escritor que esconda a frustração.

Logo, se um de vocês quiser tentar algo do tipo, há de se ter imenso controle narrativo e saber o que está fazendo, ou ao menos parecer saber o que está fazendo, para que a reação seja a esperada. Não sei como seria com você no comando de algo do tipo.

Sei que Stephen King consegue…

Aproveitando essa mesma situação criada pelo autor, no workshop resolvi demonstrar qual seria a diferença para os estilos distintos dos outros autores fantásticos citados, completamente diferentes do estilo citado.

No estilo de Vianco, a situação já seria a seguinte:

Imagine que você como leitor se sente na mesma cadeira e haja a mesma porta, em que você apenas sabe que há um monstro do outro lado. Com King, o monstro aparece no final. Com Vianco, ele simplesmente chega ao lado da porta, olha para você e pergunta:

- Tá preparado?

Se você disser que sim, ele simplesmente abre a porta e o monstro PULA na sua cara! E aí tudo começa…

Mais uma vez é um estilo que tem seus prós e contras. No caso, a reação desejada é a de: “Uau! O monstro é esse? Eu nunca teria imaginado isso…”, e se isso acontecer, você vai ler os tijolões de Vianco em (poucos) dias.

A reação negativa é a possibilidade do leitor olhar e dizer: “Ah, o monstro é esse? Ainda bem que você me mostrou logo no início pra eu não perder tempo…”, e largar o livro de lado sem a menor chance.

Logo, não à toa Vianco é um autor passional. Tem gente que o adora; tem gente que não. E esse é seu maior trunfo. A pior coisa para um escritor é ter leitores indiferentes.

Já o estilo de Matheson consegue, mais uma vez, ser completamente diferente dos outros dois.

Matheson lhe senta na cadeira e, logo que você se ajeita percebe algo interessante: a porta já está aberta. E o monstro já está lá!

Só que o detalhe é que ele coloca a sua cadeira muito longe da porta. Longe o suficiente para o monstro ser só um borrão que também mexe com a sua imaginação, mas de uma maneira mais direcionada que o caos que Stephen King gera dentro de você.

Conforme a trama avança, Matheson vai aproximando a sua cadeira da porta aberta. Logo, na metade do livro você já consegue visualizar bem o monstro em questão, mas o que ele é já não é mais importante do por que ele é daquele jeito.

E você passa a querer continuar até o final para se aproximar naquele bicho, e compreender melhor as razões dele existir.

E por último, o estilo de Gaiman, que sempre foge completamente do tradicional.

Ler uma obra dele seria o seguinte: imagine que, mais uma vez, exista a cadeira e a porta. Contudo, assim como Matheson (não à toa um autor que lhe influenciou, repare nos detalhes dos exemplos), a porta já está aberta; só que a diferença é que não há nada lá. Ao menos, não ainda.

Você então senta e Gaiman lhe pede que tome um chá preparado com ervas desconhecidas.

Ele se senta ao seu lado, espera fazer efeito e é extremamente educado com você o tempo inteiro. As tais ervas utilizadas no chá não serão exatamente originais; aliás, se você pedir ele irá lhe contar todas as vezes e todas as diferente receitas com que ela foi utilizada ao longo da história da humanidade, e aos poucos você perceberá que, ainda assim, ele parece ter dado um toque próprio ao tempero, melhorando, ou ao menos atualizando, a receita original.

E então o chá começa a fazer efeito. E a í, meu amigo, a coisa começa pra valer.

Porque de repente a cadeira não vai mais parecer estar no chão; de repente o chão, que era de concreto, se torna vidro; de repente as suas mãos irão parecer distorcidas ou pequenas demais; de repente o seu pensamento começará a se tornar as imagens de um filme saídas de um projetor do meio da testa; de repente tudo poderá acontecer e, mais do que isso, poderá acontecer de duas pessoas visualizarem as mesmas partes de uma mesma experiência de maneiras e visões completamente diferentes.

E então o monstro que deveria estar naquela porta até pode ser que apareça. Mas é aquilo; se você tomou o chá que Gaiman lhe ofereceu, esse monstro nunca será bem definido.

Pode ser que você o odeie, é verdade; mas pode ser que você se identifique com ele; pode ser que você o compreenda; que dê razão ou sinta pena; que não compreenda nem mesmo porque é aquele o monstro, e não os outros personagens da história.

A complexidade por detrás das motivações (na maioria das vezes trágica, que são mesmo as melhores) daquele monstro podem fazer, inclusive, você se compreender melhor como ser humano. E terminar a história se perguntando se existia mesmo um monstro ali, ou se tudo fora fruto da sua visão alterada na ocasião.

E quando o efeito do chá passar, Gaiman ainda vai estar ali com seu jeito extremamente educado, perguntando se você está bem e pedindo, por favor, para que, quando melhorar, você lhe envie uma mensagem por e-mail, blog, twitter ou a próxima tecnologia que substitua tudo isso.

Uma mesma metáfora; quatro autores; quatro estilos próprios.

Em outras colunas será possível falar ainda mais especificamente de cada estilo, dando exemplos práticos baseados em obras de cada um.

Qual dos estilos seria o melhor? Na realidade a resposta disso não importa.

A única pergunta cabível em uma situação desse tipo seria:

Qual desses estilos funciona melhor para você?
Sedentário & Hiperativo

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

XBI Oktober Fest de Cidade Gaúcha


Eu vou. Mas é claro.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Highlander existe!!!!!!!!!!

Highlander (Duelo Imortal em Portugal e Highlander, O Guerreiro Imortal no Brasil), filme realizado pelo diretor Russell Mulcahy, estreou nas salas de cinema em 1986 com Christopher Lambert no papel principal e mais os atores Roxanne Hart, Clancy Brown e Sean Connery.

O filme retrata a história de Connor MacLeod, um imortal guerreiro escocês do século XVI, que é doutrinado pelo também imortal Juan Sanchez Villa-Lobos Ramirez (Sean Connery) em como combater (e se defender de) outros imortais, para não perder, literalmente, a sua cabeça, pois ao último imortal um prêmio estaria reservado. O filme fez grande sucesso e deu origem a várias continuações e séries de TV.
wikipédia

Por e-mail de Guilherme, Cidade Gaúcha/PR.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Ele ri do perigo.

Macho que é macho não tem medo de nada.

Pedro Pedreiro